floquinhos

terça-feira, 16 de junho de 2009

A poesia de Manoel Bandeira na sua tarde

Desencanto

Eu faço versos como quem chora
De desalento. . . de desencanto. . .
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . .
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.

– Eu faço versos como quem morre.

8 comentários:

FERNANDA & POEMAS disse...

QUERIDA DULCE, ADOREI ESTA POESIA... NÃO POSSO ESQUECER A BELA MÚSICA... ABRAÇO-TE COM CARINHO,
FERNANDINHA

Ana Martins disse...

Dulce,
Manoel Bandeira também gosto de ler, por sonetos então sou vidrada!

Beijinhos,
Ana Martins

Dulce disse...

Fernandinha, obrigada

Que bom que gostou de Manoel Bandeira e também da música.

Beijos

Dulce disse...

Ana

Também gosto muito de sonetos e Manoel Bandeira tem lindas poesias.

beijos

o que me vier à real gana disse...

Olá, boa noite.

Passei por aqui e vi que este é mais um blog k vale a pena. Parabéns!

Dulce disse...

ola, boa noite

obrigada por suas palavras, pela visita, e volte sempre que quiser, pois é muito bem-vindo.

JúliaML disse...

para mim , é o MAIOR POETA brasileiro.

SARAVÁ

Dulce disse...

Júlia,

Ele é maravilhoso...

Saravá!!!

bjs.