floquinhos

terça-feira, 20 de novembro de 2018

E o inverno vem chegando


Ainda estamos no outono, por aqui, mas o frio e a neve já se instalaram na paisagem. Os leitores e amigos mais antigos do Prosa devem estar lembrados das temporadas que eu passava aqui, em casa de minha filha, e de quanta prosa as fotos deste lindo lugar rendiam. Assim, matando saudade e seguido sugestão de minha amiga Mila, do lindo blog “Pitanga Doce”, venho deixar aqui mais dois dedinhos de prosa e uma vista da janela da sala.

domingo, 26 de agosto de 2018

A tarde,o vento e a saudade...



A tarde cai docemente em Winchester. O vento embala suavemente as folhas das árvores do bosque atrás de mim. Sentada no deck, entre vasos de margaridas, deixo minha alma à solta, dançando entre o presente e o passado, aconchegando a saudade que vai chegando de mansinho. Tantos anos sem você! Fecho meus olhos e chego a sentir o toque de sua mão em meus cabelos ao imaginar o quanto você gostaria de ter estado aqui, nesta cidadezinha linda e calma, andando pelo gramado verde, passeando pelas trilhas do bosque, até o lago, onde se sentaria para apreciar a natureza, os pássaros, os patinhos deslizando pela água... e teria tantas histórias para contar... A saudade que é doce, às vezes chega tão forte que acaba por tirar a graça, a beleza do momento...

quinta-feira, 2 de agosto de 2018


Este delicado jogo de café foi um dos meus presentes de casamento. Delicada porcelana, dos anos 50,  fez minha alegria por décadas. Agora, está com minha filha e faz um enorme sucesso por aqui. Quantos amigos que, aos nos visitarem, degustaram um cafezinho, sempre mais gostoso quando servido com um certo requinte... 

terça-feira, 24 de julho de 2018

Tranquilidade


Uma casa ao lado de um bosque, visitas inesperadas ao cair da tarde, para que melhor? O frescor da brisa que ao passar entre as árvores traz uma sensação de paz, de quietude...  
Essa família de perus selvagens vem todas as tardes passear pelo gramado da casa. A fauna do bosque e totalmente preservada, Assim, essa família desfruta de cada cantinho dos arredores, sem o menor perigo de ser perturbada. 

segunda-feira, 19 de março de 2018

Mais se vive, mais se aprende...

Caio Rocha, meu treinador, ao qual devo grande parte de minha disposição física atual

A vida sempre nos ensina novas formas de vive-la. 
Sempre fui uma pessoa mais para sedentária. Esportes ou exercicios de academia nunca me seduziram. Assim, minha vida foi seguindo docemente, levemente. mas o tempo passou, a idade foi avançando e, há alguns anos minha saúde deu uma balançada e fiquei mais de ano em tratamento, o que ocasionou uma piora considerável na minha mobilidade. Tinha que me apoiar ate mesmo para levantar de uma cadeira. Sob os cuidados médicos de meu filho, consegui superar a doença, mas fiquei bem debilitada, o que fez com que ele começasse a exigir de mim a prática de exercícios físicos, para ganhar novamente massa muscular e liberdade de movimento. Depois de um ano, já me sentia bem melhor. Ele havia montado uma pequena academia em casa e estava sempre presente. durante meus exercícios. Foi quando ele, que ja frequentava uma academia de treinamento funcional, contratou um treinador para vir aqui em casa, quatro vezes por semana como meu "personal trainer". No começo, foi muito díficil, confesso, afinal ele trouxe o Cross Fit para meu mundo. Então, com a supervisão médica de meu filho e o treino do Caio Rocha, minhas limitações foram diminuindo e fui ganhando mais disposição e mobilidade. Tenho hoje uma vida mais que normal para a minha idade.
Baseada em experiência própria, gostaria de recomendar aos leitores e amigos do Prosa (com setenta anos ou mais) que não se discuidassem e que se dedicassem, pelo menos três vezes, por semana a atividades físicas, pois essa história de que gente idosa não pode se cansar, é uma inverdade, a menos que esteja acometida de grave doença. Vamos lá, pessoal, movam-se, nadem, dancem, corram, façam qualquer coisa nesse sentido. Só não se deixem abater pelo sedentarismo. Tenho certeza que os resultados serão compensadores.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Flores sempre encantam


Ontem resolvemos sair para comprar novas flores para reposição nos vasos do terraço. E que lugar melhor para comprar lindas flores e arranjos que o Uemura - Flores e Plantas, na Vila Leopoldina? Depois de escolher novos  brincos de princesa, e algumas orquídeas, dei com uns arranjos (ou terrários, como queiram), montados com uma mistura de orquídeas e suculentas e, claro não resisti. Escolhi duas lindas mini-orquídeas e algumas suculentas, um vaso muito lindo e levei para que Magda, a habilidosa florista, montasse meu arranjo. E não poderia ter ficado melhor. Trabalho primoroso, que não poderia deixar de mostrar aos leitores e amigos do Prosa, esperando enfeitar o domingo de cada um de vocês. 


Como nos velhos Carnavais


Sábado de Carnaval. A cidade tão tranquila, antigamente, por esta época, vive agora a agitação da folia, dos blocos de rua, permitindo a este povo tão sofrido, um respiro, um riso aberto, um canto preso na garganta. Nós, aqui de casa, não somos foliões, mas gostamos de ver a alegria tomar conta dos espaços. Homens, mulheres e crianças, fantasias improvisadas, enchendo as ruas e as praças com seus cantos e seus gingados, alguns graciosos, outros desconjuntados, mas o que importa mesmo é que estão desafogando suas mágoas e seu temores em rítmo do "Zé Pereira"... 

"Salve o Zé Pereira,
Salve o Zé Pereira,
Salve o Zé Pereira,
Salve o Carnaval..."