floquinhos

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Seguindo os caminhos da vida...

É, são mesmo estranhos e inesperados os caminhos da vida e temos que aprender a segui-los com serenidade para que não nos pareçam intransponíveis, para que cheguemos ao nosso destino com uma carga bem positiva de atos, ações e sentimentos positivos, com a sensação de que valeu a pena cada passo, com nosso baú de memórias lotadinho de momentos significativos e assim possamos deixar atrás de nós um rastro que possa iluminar outros caminhos que cruzarmos na nossa jornada ou mesmo que sigam paralelos ao nosso.
Ah, claro que não é fácil, mas é bem compensador.

Por vezes, nas madrugadas insones, eu me pego viajando no tempo e no espaço para percorrer de novo trechos desse meu caminhar, para poder reviver momentos, encontrar pessoas queridas e com elas refazer alguns passos em longas conversas. Sento-me com elas em um banco qualquer colocado a beira do caminho e, parafraseando Mario Quintana, “eu mesmo preparo o chá para os meus fantasmas”... E enquanto saboreamos esse chá minha alma vai se aquietando e aprendendo a ser mais serena, mais doce,
E é com a alma renovada que retorno desse caminhar pelo tempo, pronta para continuar minha jornada amparada nos ensinamentos que a vida me proporcionou, no amor que sempre preencheu meus dias, na esperança de um amanhã sempre melhor, na imensa capacidade de sonhar que nunca me abandonou, na delícia de me sentir em paz comigo mesma, com a vida...
Assim vou seguindo meus caminhos... Doces ou tortuosos caminhos da vida...


12 comentários:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Por vezes tenho medo de me deixar envolver nessas conversas, Dulce. Olhar para o passdo traz-me à memória muitas coisas boas, mas prefiro olhar em frente, porque quando olho para trás,acabo sempre por desembocar em algumas amarguras que não quero recordar.

Fernanda disse...

Querida Dulce,

Estive um dia sem a visitar (penso eu) e chego aqui e já estão mais três textos por ler.
Está muito abelhinha obreira! ahahah!

Como é seu apanágio, mais um texto lindo, perfeito, onde revela sempre o mesmo carácter, atitude perante a vida.
Por isso a amiga é tão linda,

Bejinho grande

Agulheta disse...

Querida amiga Dulce. Agradeço as palavras no blog.Sobre certos fantasmas,devemos saber lidar com eles,uma vezes com alegria dos tempos,outros com algumas tristesas,mas como somos simples mortais,assim procedemos.Foi lindo esta forma de pensar em servir o chá,mesmo que seja em esperança foi bom de ler,e gostei imenso,a foto está muito linda.
Beijinho no seu coração.

Maria Valadas disse...

Querida Dulce,
Mais uma vez escreveste um texto que veio ao encontro do meu sentir.

É bom ler-te em palavras mansas e dando força aos que estão mais débeis.

Resto de boa noite, para todos,

Beijinhos.

Dulce disse...

Maria Valadas

Obrigada, Maria.
Bom é saber que são palavras que chegam para ajudar. Obrigada.
Beijos e boa noite

Fernanda disse...

Querida amiga Dulce,

Os seus textos têm essa ternura sem fim, dizem tudo o que precisamos ouvir.
Muitas vezes parecem que leu meu pensamento.
Incrívelmente belo.
Obrigada.

beijos

Dulce disse...

Carlos

Na verdade, o passado nem sempre nos mostra momentos lindos... Há muitos momentos lá nos meus caminhos percorridos que também preferiria esquecer... Talvez fique me lembrando dos bons momentos numa tentativa de não lembrar dos maus,,,

Dulce disse...



Estive dias sem receber meus comentário, como na coluna da direita está faltando a caixa com meus servidores, então fiquei achando que minhas amigas tinham me esquecido.
Bom demais ter sido apenas uma falha do servidor.
beijos

Dulce disse...

Agulheta

Seu comentário, como sempre, um gesto de carinho. Obrigada.
Beijos

Dulce disse...



Obrigada, amiga.
É que pensamos igual.
beijos

elvira carvalho disse...

É amiga, quem dera que eu pudesse dizer o mesmo, mas os meus sonhos sempre se transformam em pesadelos...
Sempre é exagero, deveria antes escrever quase.
Um abraço

Dulce disse...

Elvira

Também tenho meus pesadelos,minha amiga... Talvez por isso sonhe mais, para afugentá-los
Um abraço