floquinhos

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Não entendo certos comportamentos...


Há coisas tão incompreensíveis, pelo menos para mim, neste nosso mundo de Deus!...
Na semana passada comentei com vocês sobre as mulheres-girafas da Tailândia, lembram-se? É que tinha assistido um documentário da série Tabu, do National Geographic Channel sobre elas. Essa é uma série sobre como o homem modifica seu corpo até de maneira cruel, seja premido por sua cultura ou seus costumes, por suas crendices ou até mesmo para se sentir diferente do resto da humanidade... Transcrevo aqui a chamada (ou introdução) do programa de ontem para que tenham uma idéia:

"Para se destacar dos demais, existem pessoas que resolvem modificar o corpo - e até mesmo depreciá-lo - para mudar aquilo com o qual nasceram … Alguns vêem o corpo como algo sagrado e ofertado por Deus e dizem que ele não deve ser alterado. Já outros fazem tatuagem, colocam piercing e até mesmo imprimem marcas na superfície da pele. Os extremistas optam por implante de chifre, tatuagem no globo ocular e redução da cintura. Para muitas pessoas estas práticas não são apenas bizarras, elas são um tabu."

Acreditem, meus amigos, fiquei estarrecida com o que vi. Imaginem pessoas implantando chifres em suas testas para adquirirem um aspecto demoníaco! Ou alguns tresloucados tatuando seus olhos - isso mesmo, os olhos, o globo ocular! E uma veneranda senhora, em seus mais de setenta anos, trazendo o corpo espremido em um espartilho vinte e três horas por dia, apenas para manter uma cinturinha de vespa, nos tempos de hoje? Imagine-se, minha amiga, num calor de trinta, trinta e cinco graus, você amarrada, quase imobilizada dentro de uma armadura de barbatanas, indo ao supermercado, dirigindo seu carro, andando num metrô ou num ônibus, lotados, apenas para ostentar uma cinturinha do tamanho de um CD... Só para constar no Livro dos Records?!... Bom, na verdade a tal madame não deve fazer nada disso, porque goza dos privilégios de um status social mais elevado e faz tudo isso (tentando ser linda e elegante, segundo declaração dela) com a ajuda e o beneplácido do marido, um cirurgião-ortopedista que é quem lhe faz os moldes em gesso para a confecção dos espartilhos - feitos por um especialista em Amsterdã, mas ainda assim, convenhamos, será que essa cabeça funciona direitinho? Sei não!...
Ah, meus amigos, mas que mundo bizarro este nosso!...

4 comentários:

Agulheta disse...

Querida Dulce. Penso que o mundo perdeu, e está perdendo a cabeça.Cada dia vejo cada coisa,que mais parece um atentado a lei da vida,olhe amiga ainda não sou (velha)mas que do que me ensinaram,vejo cada dia menos,tenho "pena" dos netos e filhos,o mundo está a ser cruel demais.
Beijinho de amizade Lisa

Dulce disse...

Agulheta

Também eu, LIsa...
Quando acontecia alguma coisa estranha, nos meus tempos de menina, minha avó levava as mãos à cabeça e se indagava: "Deus do Céu! Aonde será que este mundo vai parar?" O tempo passou, o mundo parece que virou de cabeça para baixo e continua escandalizando os mais velhos com suas mudançss... Terríveis expectativas, não, minha amiga?
Beijos

M. Lourdes disse...

Dulce
Não há dúvida que é difícil entender o Mundo em que vivemos.
Há realmente tradições que se mantém em alguns povos que nos chocam, por serem impresionantes e até selvagens.
É mesmo bizarro este nosso Mundo...
Beijinhos

Dulce disse...

Maria de Lourdes, bom dia

E são tantas as coisas bizarras cultivadas pelos mais diferentes povos, são tantos os estranhos costumes que certas culturas mantém...
Beijos