Tem nome mais bonito para uma cidade que “Espera Feliz”?
Tenho por hábito, todos os dias, antes de fechar o laptop, ir ver de onde vieram as visitas para o Prosa.
Além, claro, de ficar feliz com a presença dos amigos constantes e dos leitores esporádicos, fico encantada quando percebo que tivemos visitantes de várias partes do mundo, gente das Américas, da Europa, da Ásia, da África, gente de língua diferente que, provavelmente cai aqui por acaso e fica um pouquinho mais, só ouvindo a música, por isso procuro sempre músicas melodiosas, doces, para agradar o ouvido de quem as queira ouvir, porque a presença de cada visitante, cada amigo, cada leitor do Prosa é motivo de muita satisfação e deixa-nos muito orgulhosos.
Mas eu me encanto demais com pessoas dos confins deste meu país gigante, país de tantas culturas em uma só, país de gente que sabe ser amiga, que sabe (ou pelo menos tenta sempre) rir e ser feliz. Tenho encontrado nomes singelos, estranhos, esquisitos, poéticos, engraçados, solenes, toda uma gama de nomes de cidades acaba ficando registrada no site de estatística dos leitores do Prosa e sempre que não conheço, ou que nunca ouvi falar de uma cidade, vou procurar saber, pelo menos em que Estado da Federação ela se situa. Dessa forma vou conhecendo mais meu Brasil, seus habitantes, numa espécie de homenagem aos visitantes que passam incógnitos pelo Prosa. Incógnitos, mas não despercebidos...
Hoje deliciei-me com um nome que, em si, é um cântico: Espera Feliz! E encantada fui abrir os mapas do Google e encontrei essa pequena cidade no alto das serras lá das Minas Gerais, na Chapada dos Veadeiros, Zona da Mata. Seus pouco mais de 20.000 habitantes tem sua pracinha ajardinada em frente a Igreja, tem um ensino de boa qualidade, tem cachoeiras, uma vida pacata, como bem cabe ao interior mineiro... Vi algumas fotos da cidade, de sua gente e confesso que tive muita vontade de lá ir um dia, viver aquela tranquilidade, aquela mineirice boa., ainda que por apenas um final de semana.
E enquanto escrevia este post, fui pensando cá com meus botões que, sempre que achasse um nome que mexesse comigo, poderia fazer menção dele aqui no Prosa. E isso poderia valer para aquém e além-mar, para um ou outro hemisfério.
Seria, sem dúvida, uma delícia ir desbravando as veredas que “desaguam” no Prosa...
Fevereiro/2011




