floquinhos

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O Prosa recebe hoje...

Feliz e todo prosa, o "Em Prosa e Verso" comemora hoje seu terceiro aniversário e abre suas portas para receber amigos, leitores e seguidores num dia de muita festa e alegria. 


O bolo feito especialmente para a ocasião  e o champanhe para o brinde, aí estão, juntamente com as flores, colhidas para oferecer aos amigos, com muito carinho... 




E tudo isso com nossa gratidão sincera por todos os momentos que juntos passamos nestes três longos anos, pelo muito que pude aprender com cada um de vocês, pelo atenção recebida sempre e, principalmente, pela amizade que nos dedicam. 

E, como é de praxe, e para quem quiser levar como lembrança desta data, este selinho comemorativo.


Muitíssimo obrigada a cada um de vocês que, como já disse na postagem anterior, são o motivo principal para a continuação deste espaço que me é tão caro. 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O Prosa vai ficando mais velho...


A tarde continua cinzenta, fria, lembrando mesmo as enfarruscadas tardes do nosso inverno paulistano e eu, aqui, já em contagem regressiva para minha volta ao ninho, sentindo um apertinho no coração por ter que partir e, ao mesmo tempo, uma doce alegria na alma por voltar ao meu cantinho, rever meus amores e meus amigos de lá, retomar meu dia a dia.
E assim vou me dividindo entre cá e lá, entre chegadas e partidas, entre viver entre dois hemisférios com a mesma alegria e com a mesma saudade.
E o Prosa, este meu cantinho tão especial, caminha comigo. Nós nos deslocamos juntos daqui pra lá e de lá pra cá: juntos temos percorrido caminhos e através dele foi se estabelecendo um elo de ligação com pessoas que, de outra forma, jamais chegaria a conhecer, boas amizades foram se formando, tornando com isso minha vida muito mais interessante, bem mais completa e meus dias  assim vão ficando melhores, já que aquecidos pelo afeto, carinho e alegria que recebo em forma de amizade neste últimos três anos...
Pois é, parece que foi outro dia mesmo que aqui cheguei, timidamente, sem saber que rumo tomaria este espaço ou por quanto tempo conseguiria manter-me na blogosfera... E os leitores foram chegando, devagarinho, pouco a pouco. Alguns foram se deixando ficar por uns tempos, outros sequer esquentaram a cadeira, mas o que deixa o Prosa todo prosa é que muitos deles continuam conosco até hoje, tornaram-se queridos amigos que, com sua presença, sua amizade, suas palavras, vão tornando melhor este cantinho, fazendo melhor o meu viver.
Amanhã, precisamente amanhã, dia 27, o "Em Prosa e Verso" completa três anos de existência e eu estou muito feliz por isso. Feliz e agradecida, muito agradecida a todos os amigos e leitores que são a principal causa dele continuar existindo. E, um tantinho orgulhosa do nosso Prosa pelo que tem conseguido amelhar neste pequeno espaço de tempo já que, afinal contabilizamos mais de sessenta mil visitantes e temos a alegria de contar com duzentos seguidores, números esses que nunca imaginei pudéssemos alcançar neste espaço de tempo.
Meus agradecimentos a vocês, leitores e amigos queridos do Prosa, que tornaram isso possível e que serão recebidos amanhã com carinho, flores, champanhe e bolo aqui no jardim de inverno do Prosa.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Há um tempo em que...


Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia; e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

(Fernando Pessoa)

Do baú dos escritos antigos...


Nos labirintos da alma

A alma feminina tem labirintos que nos levam a diferentes recantos que nos conduzem ao sonho, `a magia, ao encantamento. E vou por eles através dos tempos, vivendo e revivendo momentos, encontrando esperanças perdidas, vagando entre sentimentos desencontrados ou coerentes, descobrindo emoções, afagando afetos, envolvendo-me em amores perdidos, reais ou imaginários, vagando na imensidão de mim mesma.
E até eu chegar ao meu porto de destino, vou caminhando meio às cegas por entre incertezas, buscando novas passagens, tentando sempre encontrar a direção correta que me permita desfrutar de cada passo dado por entre essas estreitas passagens, cada vez mais estreitas, mas ao mesmo tempo cada vez mais belas, porque na medida em que vou avançando, vou percebendo mais claramente o significado desse caminhar e a beleza que ele encerra. Cada nova sala que encontro é única e ao parar nela para um pequeno descanso sinto na pele os efeitos, bons ou maus, que minhas escolhas vão deixando em mim... E cada dia de minha vida vai ficando guardado em cada uma dessas salas.
Talvez por isso seja preciso vencer um labirinto para se entender a alma feminina. É que é nele que ficam guardados  todos os seus segredos...

(Em algum dia de novembro do ano de 2009)

sábado, 22 de outubro de 2011

Os jardins de outubro - os vizinhos (2)


Confesso que não acho a menor graça nessa figura tétrica, assustadora, que volta das sombras, não para assombrar, mas para fazer rir, até as crianças que, ao passarem diante deste jardim, soltam um "Wowww" ou um "Cool", entre risadas, principalmente à noite, quando se ilumina...
Enfim, retalhos de uma festa diferente chamada Halloween...

A fita amarela que a circunda avisa do perigo... rs...
(clique nas fotos para ampliar) 

Serenata ao amanhecer...


Serenata


Permita que eu feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.
Permita que agora emudeça;
que me conforme em ser sozinha
Há uma doce luz no silêncio, e a dor é de origem divina.
Permita que eu volte meu rosto para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho como as estrelas no seu rumo.


(Cecilia Meireles)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Os jardins de outubro - os vizinhos (1)


Começamos mostrando o jardim da casa que aqui me abriga e passamos para os jardins das casas vizinhas...

Acorretando? Pura ilusão de ótica...

O gato não faz parte da decoração. Só quis mesmo é sair na foto... rs... As pequenas cabeças de abóbora (a esquerda) são luzes movidas a bateria solar e à noite, iluminadas, ficam bem bonitinhas.