
E num dia assim, a alma pede sossego, calma, romance... Romance? Claro, porque não? Mas a esta altura da vida? Essa alma inquieta não se enxerga, não? Ah, não!... Definitivamente não!... Então vamos lá dar um "romance" a ela. Vou agora mesmo até a biblioteca da casa procurar um livro bem cheio de momentos , de encontros e desencontros, para que ela o leia. Ou então vou reler Lya Luft, para que ela se reencontre.
E a chuva continua caindo mansamente lá fora e torrencialmente dentro de mim, em forma de lembranças, saudades, sonhos...


