E com as chuvas da primavera, as plantas que crescem em vasos, no terraço, ficam mais bonitas. A macieira está florida, os limões crescem bonitos, a berinjela está quase no tempo de colher, a romã está viçosa e as couves prontinhas para um caldo verde. Quando se planta com amor e cuidados, as colheitas são uma alegria.
floquinhos
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Preparativos para o Natal
O tempo passa tão depressa que quando nos damos conta, estamos quase no Natal.
Fui com minha nora, esta semana, à Rua 25 de Março e me surpreendi com algumas lojas já vestidas para o Natal. Devo confessar que não resisti e comprei estes lindos bonequinhos para fazer estes lindos porta guardanapos. Fiquei tão feliz com o resultado que resolvi colocá-los aqui para que os amigos do Prosa vejam. E assim, a magia do Natal começa a pairar no ar.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Na passagem do tempo
Em
sua crônica de hoje no jornal O Estado de São Paulo, Ignácio de Loyola Brandão
cita palavras de seu primo irmão, Zezé Brandão, sobre envelhecer. Achei
perfeitas e por isso transcrevo-as aqui, para os amigos e leitores do Prosa.
“Vamos
colecionando lembranças, gente querida que passou por nossas vidas, marcou, deu
adeus e se foi. .Às vezes, nos lembramos delas – um gesto, uma gargalhada, um
jeito de olhar, uma particularidade que cada uma tinha; então vem uma espécie
de carinho à tona, uma saudadezinha boa e meio dolorida, talvez de nós mesmos,
de quem fomos, de tempos que nem lembramos se foram ou não bons (na nostalgia,
na melancolia, na súbita falta que nos fazem, parecem ter sido). Deve ser isso
a velhice: um álbum em que as figurinhas vão desaparecendo uma a uma. Nos
quadradinhos vazios, colamos as ausências. E quando o folheamos – e cada vez o
folheamos mais – la estão todos os fantasmas de nosso passado, jovens, sorridentes
e felizes como também éramos. É, amigo, mais e mais tenho a consciência de que
nossas figurinhas ocuparão os espaços a elas reservados nas moldurinhas das
ausências. Só que aí já não abriremos mais o álbum da memória.)
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
É eis que chega a Primavera!
É Primavera!
É tempo de flores, de cores, de amores. Perfumes pairam no ar que fica mais leve, sonhos povoam coraçōes. A mais doce das estaçōes do ano...
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Nas tardes de inverno
Mais um passatempo para as tardes frias do inverno: porta guardanapos feitos com carinho, para tornar a mesa de refeições mais acolhedoras.
terça-feira, 30 de agosto de 2016
De se cultivar uma horta...
Limão siciliano, tomate pera, alface, pepino,vagem, alguns dos produtos de nossa hortinha, plantada lá no terraço, e que torna nossas refeições muito mais saborosas. Claro que manter uma horta/pomar num terraço dá trabalho, mas o prazer de ver as sementes ou mudas viraram frutas, verduras, temperos e legumes para nossa mesa compensa qualquer trabalho. Sem contar a beleza e a alegria que as flores da varanda começam a nos propiciar com a proximidade da primavera...Viver numa cidade grande nâo implica, necessariamente, em viver longe da natureza, não é mesmo, meus amigos?
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
À espera da primavera
Acostumados como ja estavamos, nos últimos anos, a passar pelos invernos com clima não tão rigoroso, uma vez que o efeito estufa desestabilizava cada estação, este ano temos tido um inverno "comme il faut", geladinho, tema de muitas conversas e reclamações seja la onde estivermos. Metrô, ônibus, lojas, supermercados, elevadores, o assunto inicial é sempre o mesmo: "Que frio, não?" - "Nem diga. Está demais;;;" Pronto. Estabeleceu-se uma conversa. Exatamente como acontecia no verão passado que foi causticante "de cabo a rabo" como diziam os antigos, só que a queixa era sobre o insuportável calor que minava as forças, desanimava qualquer um...
Agora, em pouco menos de um mês, eis que chega a doce primavera, envolta em seus frescores, suas flores, suas cores, seus amores.... . Imaginam que va-se falar sobre o azul do céu, a beleza da manhã, o perfume das flores ou a chegada dos amores? Mesmo? Sei não. Acho que vão mesmo e reclamar das chuvas que caem como uma benção sobre campos e cidades, mas que atrapalha o trânsito já tão caótico. Afinal, quando se acostuma a reclamar, fica difícil voltar a falar de coisas amenas, de dias bonitos, ainda que os sintamos em nós; Nosso povo anda sofrido, e isso tira a doçura da alma de todo mundo. Mas gostaria muito de ver o doce olhar das pessoas comovidas com um raio de sol, uma gota de chuva sobre a pétala de uma rosa, a água correndo benfazeja pelo asfalto, como costumava ver nos doces tempos de minha infância.
Assinar:
Postagens (Atom)






