floquinhos

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Solidão...


Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo...
Isto é carência

Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...
Isto é saudade.

Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos...
Isto é equilíbrio.

Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsivamente para que revejamos a nossa vida...
Isto é um princípio da natureza.

Solidão não é um vazio de gente ao nosso lado...
Isto é circunstância.

Solidão é muito mais do que isto. Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.

(Francisco Buarque de Holanda)

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Meu momento...


O Beija-flor chegou para sua visita matinal ao meu terraço, o sol esparramava-se sobre a cidade agitada trazendo uma falsa impressão de calma. O burburinho de uma segunda-feira pós feriado já se fazia ouvir. Sentei-me no meu cantinho favorito para saborear meu primeiro café do dia...

E  o dia amanheceu em paz...

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Páscoa...


Aos leitores e amigos do Prosa, desejamos uma
FELIZ PÁSCOA. 


terça-feira, 24 de março de 2015

Voltando às raízes

Frutas nacionais e importadas, da melhor qualidade

Durante todas as décadas em que cuidei de minha família, sempre buscava comprar frutas e legumes fresquinhos e de boa qualidade nas feiras-livres montadas próximo às casas em que morava. Filhos criados, casados, netos chegando, o tempo passando, levando com ele alguns hábitos, algumas tradições... E após a morte de meu marido, tendo mudado de bairro e precisando cuidar apenas de mim, o “ir à feira” deixou de ser um hábito. Ficava muito mais fácil ir a um supermercado e até mesmo usar o delívery para abastecer minha geladeira. E por vezes sentia saudades daquelas manhãs corridas, com algumas horas passadas entre as barracas das feiras, do vozerio alegre dos vendedores, sempre solícitos, atenciosos. Afinal, era preciso cativar a freguesia.. Conhecíamos seus nomes, ouvíamos histórias de suas famílias, exatamente como acontecia na minha infância, com o pessoal da leiteria de Dona Mariucha, o armazém do Sr. Lora ou do Bastião e a quitando do Sr. Brás; Coisas que hoje nem faria mais sentido, mas que tornavam a vida um tanto quanto difícil daquela época, bem mais amena.
Pois bem, e não é que após tanto tempo acabei voltando a visitar uma feira-livre? Acompanhando meu filho e minha nora, fomos comprar frutas, verduras e legumes, no domingo, numa feira fantástica da Oscar Freire, próximo à estação de metro do Sumaré. Foi bom demais. Até fizemos uma parada na barraquinha de pastéis (porque ninguém é de ferro e, resistir a uma iguaria tão tradicional das feiras paulistanas, quem há de?... E como é bom voltar às raízes, rever ainda que por momentos um tempo que se julgava passado, perdido para sempre entre as memórias lá do fundo do baú! Foi fantástico! Uma quase viagem no tempo.  

 Sr. Leandro, da barraca de frutas, toda a atenção e simpatia de um bom feirante...

Meu filho e minha nora, responsáveis diretos por esse momento diferente

Sr. Leandro não se fez de rogado quando pedi permissão para bater uma foto e colocar aqui no Prosa.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Há dias...


Há dias em que a alma acorda cheinha de saudades... São os dias que sucedem as noites em que você povoa meus sonhos, as noites em que você chega para me visitar, quando, sentados de mãos dadas, conversamos longamente sobre o passar da vida depois de sua partida...
Dificil acordar do sonho sem você a meu lado, sem a sua presença, sem o toque de sua mão, sem o som doce de sua voz dizendo “bom dia, minha flor”... Há dias...

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL !



Aos amigos e leitores do Prosa, desejamos um Feliz Natal, com muita luz, paz e alegria junto daqueles que lhes são muito queridos.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

É tempo de magia

Árvore. presépio e vila montados, clima de Natal instalando-se na casa e nos corações... Doce Magia!


A árvore branca neste ano, um desejo  de paz na Terra.


O presépio montado no hall de entrada, um acolhimento e um carinho aos que chegam.


A vila, em frente à árvore, começou com umas casinhas que ganhei de minha querida amiga Mara Boettcher e vai crescendo um pouquinho a cada ano...