floquinhos

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Quase Natal...


Pois é, meus amigos, caminhamos a passos largos para o final do ano... Para a magia do Natal, para as expectativas de um novo ano. E este blog, que anda meio esquecidinho,  fica logo animado com a proximidade dessa época tão bonita, quando as pessoas sorriem mais, são até mais amáveis e generosas do que o costumeiro, fazem planos, planejam reuniões familiares, enfeitam suas casas, colorem um pouco suas vidas... 
Pensando nisso, o Prosa resolveu sacudir a poeira e recomeçar... De novo? É, de novo. Somos persistentes. Em prosa ou em verso, vamos começar a festejar o Natal e a chegada de um ano que esperamos seja mais ameno que este que está quase terminando. E quem melhor que Mario Quintana para um recomeço?

"Nada jamais continua. Tudo vai recomeçar! E sem nenhuma lembrança das outras vezes perdidas, atiro a rosa do sonho nas tuas mãos distraídas."

sábado, 9 de agosto de 2014

No dia dos pais...


Homenageando estes dois homens que foram meu porto seguro, a quem devo tudo o que fui e o que sou na vida, homenageio também meus filhos, meus sobrinhos, meus amigos, que são pais, desejando que seus filhos sejam sempre motivo de orgulho e alegria pela vida a fora...
Aos meus amigos e aos meus amores, um

FELIZ DIA DOS PAIS  

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Lindo!


É bom demais quando vemos vencer o melhor...
Uma equipe disciplinada, dedicada e, mais que isso, esses "meninos" são muito bons naquilo que fazem.
Já fomos assim um dia... Não tão disciplinados, diga-se de passagem, mas muito, muito bons de bola... Bons tempos aqueles em que éramos confiantes no futuro do nosso país... Tinhamos boas escolas, atendimento médico confiável, um povo educado e cortês.  Até o nosso futebol nos dava alegria, orgulho...
Bons e velhos tempos.

sábado, 12 de julho de 2014


Quase todas as manhãs, ao acordar, carrego comigo a intenção de reabrir de par em par as portas do Prosa, pensando que, em mante-las assim, entreabertas, corre-se o risco de que um vento inesperado e forte venha a fecha-las de vez. Mas mergulho em outros afazeres, a manhã transforma-se em tarde, chega a noite e a intenção ficou somente na intenção... 
Vou procurando temas, aqui e ali, para nossas prosas, mas cada um deles parece-me tão sem graça que os descarto sem sequer tentar joga-los na tela. A verdade é que sinto falta do convívio diário com nossos leitores e amigos, isso não posso negar, mas uma certa letargia, resto de meses e meses dedicados a fazer retornar minha saúde, acabaram por minar minha vontade, apesar de, sempre que possa, caminhar pelos blogs amigos, em visitas silenciosas, apenas desfrutando do que sempre se encontra em cada um deles.
Finalmente, forças renovadas, tudo certinho em seus lugares, tento recomeçar meus caminhos pela blogosfera esperando reencontrá-los iluminados e floridos, como sempre foram, bem como reencontrar cada um dos amigos que sempre por aqui passavam. 
Volto à prosa (minha) e aos versos (dos poetas do meu coração).

segunda-feira, 2 de junho de 2014

E junho chegou...


E o ano já lá vai pela metade... Junho começa, como sempre, cinzento, enfarruscado, frio, prenunciando um típico e garooento inverno paulistano. E traz lembranças de outros junhos, festivos, alegres, folclóricos, quando os vizinhos ainda se reuniam ao redor das fogueiras feitas sobre os paralelepípedos das ruas, para festejar os santos do mês: Santo Antônio, São João e São Pedro. Cada família fazia uma guloseima – pipoca, pinhão cozido, milho e batata-doce assados na brasa da fogueira, bolo de fubá, cocadas... verdadeiras delícias que saboreávamos ao som de risos e brincadeiras pela noite a dentro. As moças casadoiras tiravam a sorte, os rapazes faziam troça, mas bem que gostariam que os nomes deles estivessem escritos naqueles papeluchos... E mostravam-se corajosos, tentando impressionar as meninas, pulando a fogueira. E havia balões no céu...
O tempo passou, os costumes mudaram, a cidade cresceu demais e já não comporta fogueiras no asfalto, os balões tornaram-se um enorme perigo, os vizinhos já não se reunem para festejar os santos (alguns nem se conhecem), e a vida segue seu curso.


Junho de 2014

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Pequenas coisas..



Há pequenas coisas que me deixam tão feliz!
Faz já um bom tempinho, fui ao CEAGESP especialmente para comprar algumas plantas para enfeitar meu terraço lá de cima. Comprei, entre outras coisas, um pé de jabuticaba e outro de romã, que plantei em vasos grandes e fui, pacientemente, cuidando e aguardando os resultados. Ambos foram pouco a pouco se adaptando ao local, às vezes parecendo que não sobreviveriam, outras mostrando-se bem vivas, e eu esperando ansiosa para ver no que ia dar. As jabuticabas nasceram primeiro e a alegria que tivemos em saborear seus primeiros frutos foi demais. O pé de romã parecia que ficaria sempre naquilo: flores nascendo e logo depois derrubadas pelo vento, até que um dia nasceram duas frutinhas que foram crescendo lentamente e que, há dois dias atrás colhemos, lindinhas e saborosas, embora pequenas, mas no pontinho certo, dando-nos uma pequena grande alegria - a alegria de ver uma árvore que lutou para sobreviver e venceu, oferecendo graciosamente seus frutos... Coisa mais linda... Claro que seria bem mais fácil ir ao supermercado e comprar lindas, grandes e deliciosas romãs, mas que graça teria? 

sábado, 17 de maio de 2014

Sutil difereça


Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes, não são promessas. E comeca a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança...


(William Shakespeare)