floquinhos

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Caricatura


Sempre gostei de caricaturas. É maravilhoso ver como a arte do caricaturista consegue captar os principais traços de uma pessoa, a ponto de fazê-la reconhecível, mesmo que em uma primeira vista não tenha nada a ver com ela. Através delas são feitas tantas sátiras... Mas fiquei espantada quando meu filho tirou uma foto minha com seu celular e, na mesma hora, usando um aplicativo, transformou a foto numa linda caricatura. Coisas da modernidade... Essa modernidade que me encanta e fascina, a cada vez mais. 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Como funciona - O Beijo


O beijo é uma das mais doces demonstrações de afeto entre as pessoas. Desde o nascimento, quando recebemos o primeiro beijo dos lábios de nossa mãe, ao dia final de nossas vidas, quando depositam em nossa testa o derradeiro beijo, milhões de beijos nos premiam com carinho, amizade, amor e, às vezes, com fingimento, interesse, falsidade... 


Mas já nos perguntamos porque o hábito do beijo está instituído na humanidade? Seria ele instintivo ou, simplesmente cultural, social? O que teria levado o ser humano a esse delicado hábito de beijar? Pois hoje, lendo os jornais na internet, deparei-me com um artigo bem interessante a esse respeito, onde o autor diz que: 
- "Os historiadores não sabem muito sobre a história inicial do beijo. Quatro textos em Sânscrito Védico escritos na Índia por volta de 1500 a.C., parecem descrever pessoas se beijando. Isso não significa que ninguém tenha se beijado antes, nem que os indianos tenham sido os primeiros a se beijarem. Os artistas e escritores podem ter considerado o beijo particular demais para ser descrito na arte ou literatura."


(O Beijo - Gustav Klimt)

E vai por ai a fora, num artigo escrito por Tracy V Wilson, publicado no site do UOL Notícias de ontem, extraído por sua vez de "Como tudo funciona" (HowStuffWorks). 
Achei bastante curioso, interessante essa matéria que fala sobre esse hábito citando os romanos, que tinham três tipos de beijo, os índios, que não beijam, demonstrando seu afeto de outra maneira e citando como exemplo os índios Krahó, quando a mulher pinta o corpo do marido de urucum e carvão, tira-lhe os piolhos do cabelo, tira-lhe os cílios e as sombrancelhas e que, ao cair da tarde o casal estende uma esteira no chão, fora de casa e ficam sentados sobre ela fumando ou conversando... e vai por aí a fora.

(Catar piolhos, uma demonstração de amor...)

Para quem tiver interesse em ler mais sobre o assunto, aqui fica o link.