floquinhos

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Sol, chuva, vida...




Linda manhã de verão, ensolarada e quente, insuportavelmente quente, que vai trazer, como resultado, fortes chuvas e temporais lá pelo meio da tarde, transformando esta cidade num caos bem maior do que normalmente já o é. E todo ano é a mesma coisa. Alagamentos, desabamentos, pessoas que perdem  o pouco que a vida, difícil, já lhes deu e, em meio a tudo isso, promessas das autoridades de que, para o ano, isso já não mais acontecerá... Promessas... Promessas,,, Promessas, Vãs e mentirosas promessas feitas a um povo que, acima de tudo, ainda acredita em promessas. Ou não? Talvez nem acreditem mais, mas também não aprendem que somos nós, o povo, que colocamos lá no alto de seus "tronos" esses que nos governam. Ou, seria melhor dizer "desgovernam"? Sei lá!... 
Mas, com ou sem chuvas torrenciais, com ou sem promessas não cumpridas, este povo sofrido segue em frente, na esperança de que um dia melhore. Com ou sem grandes temporais, hoje é sexta-feira, dia de, normalmente, caos no trânsito, ainda que em tardes calmas, imaginem com inundações... Mas a vida segue seu rumo, então, vamos em frente.
Que o fim de semana dos amigos e leitores do "Prosa" possa ser iluminado com a paz tocando seus corações.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Chuvinha boa!


Mais uma segunda-feira chuvosa, o que é bom demais quando se teve um final de semana movimetadíssimo, entre idas e vindas pela cidade em busca de idéias e lembranças para o Natal já tão próximo. Os shoppings já decorados, lindos, iluminados, com suas lojas a espera dos clientes anteciparem suas compras, algumas casas já iluminando suas fachadas, trazem o belo de dezembro ainda mesmo antes de novembro cruzar sua metade.  Parece que nosso povo anda carente de alegrias, de cores, nessa nossa rotina a cada dia mais tensa, mais corrida, mais preocupante. E, como se o Espírito do Natal trouxesse mudanças no cotidiano (e traz), procuram traze-lo o quanto antes para o nosso viver diário.
Mas a Segunda-feira está calma e o barulhinho da chuva caindo sobre o telhado traz um sentimento de paz, de aconchego, um convite à introspecção... Esse barulhinho doce, que não se ouve quando se mora em apartamento, esse som que convida ao "se deixar fica",  tão bom! 

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Qual é o tempo que o tempo faz?...


De novo em Campinas, matando saudades dos meus amores de cá, ouvindo a chuva cair lá fora, nesta segunda-feira que nem chega a ser de preguiça, já que de preguiça foram os dias da semana passada, depois da chegada a Sampa, com aquele cansaço provocado por uma viagem longa e sempre tensa, agravado pela diferença de fusos horários, etc, etc...
Ontem o dia foi calmo, muito agradável até a tardinha, quando meu filho ligou lá de Sampa para avisar que os céus tinham dasabado em chuvas e que Dona Chuva, não contente em estragar o domingo, ainda resolveu invadir meu apartamento, pela porta do terraço lá de cima, descer pelas escadas em caracol, desavergonhadamente, e dar um banho nos meus tapetes dos corredores, do meu quarto, fazendo com que o piso  ficasse preparadinho para "esgarçar"... E como, num aperto, tudo vale a pena, lá se foram minhas toalhas de rosto e banho servir de barreira para que a sala, pelo menos, fosse preservada... Minhas lindas toalhinhas, tão aconchegantes... snif.. snif... 

E eu que sempre pensei que, por morar no oitavo andar estaria livre de ver a água ir invadindo meus espaços, causando problemas, prejuizos, além da trabalheira que dá para limpar tudo e da tensão a que se fica submetida... Pois, sim!... Só que, ao invés de vir subindo pela soleira da porta e pelos ralos, ela entra pela porta do terraço, toda sem cerimônia, toda metida, olhando a gente de cima para baixo... 
Liguei para minha fiel escudeira e disse o que estava acontecendo para que ela se preparasse para o que iria encontrar hoje, quando abrisse a porta lá de casa e fiquei na expectativa do que ela teria para me contar, mas parece que meu filho deu conta do recado, colocou os tapetes para secar, secou o piso, depois, é claro, de desobstruir os ralos do terraço lá de cima que, sei lá como, andam entupindo mais do que seria normal. Estou achando que talvez  seja um reflexo de se estar fora de casa por tanto tempo...
Enfim, aqui estou eu, de novo - cá, com o pensamento lá... Acham que é carma?... Sei, não...